Autor: dileu

  • A emergência da economia feminista

    O neoliberalismo está em crise. Será possível pensar uma sociedade em que colaboração, compartilhamento e cuidado substituam ganância, hierarquia e desigualdade? Quais as bases concretas para esta transformação civilizatória?

    Graciela Rodriguez apresenta suas perspectivas em entrevista a Antonio Martins, no OP Entrevista.

    Se preferir, acesse o site para ouvir o podcast da conversa aqui

     

  • #Webnário “O que a pandemia Covid-19 nos ensina sobre economia e democracia?”

    #Webnário “O que a pandemia Covid-19 nos ensina sobre economia e democracia?”

    A crise global da Covid-19 colocou em dúvida muitas certezas: a de que os Estados estavam sem dinheiro e precisavam cortar gastos; que era impossível desacelerar o desenvolvimento e poluir menos; que os investimentos sociais poderiam ser supridos pela iniciativa privada; e que a população teria pouco a opinar sobre estas questões “técnicas”. O mundo parou e outras ideias ganharam terreno, como taxação de grandes fortunas, a revisão de incentivos fiscais, a emissão de moeda, outras formas de trabalho e sua relação com gênero e raça.

    Nesta quinta (7), às 16h30, venha dialogar conosco sobre economia e democracia, e como podemos pensar em uma economia que seja boa para as pessoas e para o planeta:

    Pensar alternativas e imaginar caminhos que garantam direitos e promovam mais qualidade de vida é o nosso CONVITE para VOCÊS!

    CONHEÇA noss@s debatedores:

    ❂ Carmela Zigoni é antropóloga, assessora Política do Inesc e +

    ❂ Pedro Rossi é economista, professor da UNICAMP e +

    ❂ Graciela Rodriguez é socióloga e coordenadora do Instituto Equit – Gênero, Economia, Cidadania Global e +

    Nos encontramos neste LINK: https://www.youtube.com/watch?v=bLQlSsjkSt8

    CONTAMOS com os comentários e perguntas de VOCÊS!

  • Para superar a pandemia, uma economia do cuidado

    Graciela Rodriguez, coord. do I. Equit, e Tatiana Oliveira, parceira e colaboradora (atualmente no Inesc), oferecem este artigo a quatro mãos para debater sobre a centralidade da economia do cuidado.

    O surgimento da covid-19 como pandemia global nos colocou em meio a uma crise sanitária e civilizatória de grandes proporções. Nesse contexto, o governo brasileiro passou a dizer que a população deveria escolher entre salvar a economia ou as suas vidas. Numa economia de mercado, o objetivo é o lucro, não as pessoas. No entanto, a economia é feita pelas pessoas e não existe sem elas. Superar esta crise exige colocar a vida no centro das nossas preocupações e refazer a trama comunitária de cuidados, que foi destruída pelo neoliberalismo.

    A economia é feita pelas pessoas e só existe com elas

    Esse é um dos eixos do pensamento econômico proposto pelas feministas. Para o feminismo, a economia constitui um modo da organização social que é marcada pela interdependência das pessoas entre si e entre elas e a natureza.

    Leia o artigo na íntegra aqui

  • Superar esta crise exige uma ética do cuidado

    Superar esta crise exige uma ética do cuidado


    Interessante artigo a quatro mãos (Graciela Rodriguez e Tatiana Oliveira), sobre a crítica situação que a Covid-19 desencadeou, e os possíveis caminhos (quiçá esperançosos) que um colapso como este pode chegar a gerar…

    boa leitura!

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    Imagens:
    https://www.opopular.com.br/noticias/magazine/lata-d-%C3%A1gua-na-cabe%C3%A7a-1.822849

    https://noticias.band.uol.com.br/cidades/minasgerais/noticias/100000756188/A-seca-contextualizada-por-Apolo-Lisboa.html

  • Hora de outro modelo: a economia feminista

    Saiu artigo de Graciela Rodriguez na revista eletrônica Outras Palavras.

    Nas últimas décadas, ultraliberalismo impôs o modelo agropecuário que pode ter gerado o novo vírus. Serviços sociais foram cortados e remédios e insumos hospitalares protegidos sob patente. Superar este projeto exige colocar a vida no centro…

    Leia o artigo na íntegra aqui

  • Análises da conjunta atual

    Análises da conjunta atual

    No intuito de tratar de compreender o que está acontecendo atualmente, o I. Equit está fazendo uma série de pequenos vídeos com análises que abordam diferentes aspectos e questões que nos precipitaram à atual e calamitosa situação de insegurança alimentar e até mesmo de vida.

    Aqui, você encontra a Playlist do nosso canal com todos os vídeos

     

  • Crise e acordos de comércio e investimentos

    Crise e acordos de comércio e investimentos

    Imagem: Feydzhet Shabanov

    A coordenadora do I. Equit escreve artigo sobre a situação que o Covid-19 desencadeou ou explicitou, mas que vinha-se anunciando há algum tempo. A ecofeminista faz uma análise retrospectiva do trajeto político e econômico que vinha desenhando esta cena de catástrofes ainda imensuráveis…

    O artigo tem versões em português, espanhol e inglês

    Boa leitura!

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  • Comunidade Remascente de Quilombo de Alcântara ameaçada

    Comunidade Remascente de Quilombo de Alcântara ameaçada


    Em meio à pandemia, e passando por cima da própria Constituição de 88, General Heleno e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República querem remanejar terras legitimamente quilombolas para Base Militar entregue aos EUA recentemente

     

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  • Mulheres e o boom do endividamento:

    uma análise crítica sobre as novas formas de exploração do capital 

    O livro “O sistema financeiro e o endividamento das mulheres”, com lançamento previsto para o final do mês de março, reúne feministas e economistas com perspectiva de gênero para aprofundar o grave problema do endividamento crescente das mulheres e a chamada financeirização da vida.

     O neoliberalismo vive atualmente uma ofensiva de expansão da financeirização econômica, que por chegar a diversos âmbitos das atividades humanas, tem sido chamada de financeirização da vida. O sistema financeiro vem permitindo e ampliando novas formas de exploração, tanto dos recursos chamados naturais quanto da mão de obra, fatores essenciais à acumulação de riquezas. E esta expansão acelerada está acontecendo em escala global com um alto custo social e desencadeando novas e muitas violências.

    A publicação, elaborada pelo I. Equit, busca trazer para o debate alguns dos aspectos que correlacionam a própria ampliação recente do sistema financeiro com sua expansão na sociedade, e em particular com a perspectiva de sua atuação sobre os territórios e as pessoas que neles vivem e sobrevivem, em particular as mulheres, com o intuito de esmiuçar como o sistema financeiro se desdobra nos territórios e que formatos assume na vida das pessoas.

    O endividamento é processo antigo e bem conhecido da população, mas que vem tomando uma importância cada vez maior no cotidiano das famílias, e nesse sentido, a publicação busca analisar o chamado extrativismo financeiro enquanto uma das formas da nova ofensiva de exploração capitalista.

    Temos percebido que as formas de expansão do financiamento estão muito ligadas ao crescimento da informalidade nos territórios, e que as mulheres são a maioria dos trabalhadores da informalidade, além de estarem desocupadas em maior proporção e com rendimentos menores. Por outro lado, a responsabilidade ainda majoritária das mulheres com o cuidado da casa e a manutenção do funcionamento familiar, faz com que carreguem o enfrentamento dos custos da sobrevivência e a luta cotidiana e concreta que vivem as famílias para a distribuição e uso dos recursos, recorrendo aos créditos e endividamentos para suprir necessidades básicas.

    Finalmente, num contexto de brutal desemprego, de falta total de regras de proteção trabalhista, de normalização crescente das atividades econômicas ilegais, e de expansão do militarismo e das violências enquanto “pedagogia da crueldade”, percebemos na financeirização da vida um elemento central para viabilizar novas formas de lucro. E entender como esse fenômeno se dá sobre as populações, e em particular sobre as mulheres, torna-se a cada dia mais importante para quem pretende ter uma ação transformadora sobre o mundo.

    Entretanto, a crítica, por mais lúcida que seja, não seria suficiente se surgisse como um discurso desconectado das lutas, das resistências, “de tudo o que não encaixa e grita” segundo Savater. É preciso pensarmos a emancipação das classes despossuídas como obra e resultado das ações delas mesmas. E porque a luta cotidiana e as táticas de vida de tais atores e atrizes sociais são fundamentais, o último capítulo da publicação estará destinado a dar voz às mulheres, escutar suas formas de conviver, aproveitar, sofrer e disputar com as finanças, agindo em seus corpos e territórios, e também a nos solidarizarmos com essas infinitas e perseverantes lutas de resistência.

    Por isso agradecemos a tantas mulheres que nos deram seus depoimentos e nos mostraram suas táticas de guerrilha para sobreviver. E também ao apoio fundamental do “Fondo de Mujeres del Sur” que viabilizou nosso trabalho e esta publicação.

  • Perspectivas feministas contra a geopolítica global, patriarcal e racista

    Perspectivas feministas contra a geopolítica global, patriarcal e racista

    Vídeos das mesas apresentam novos horizontes em análises de gênero bastante atualizadas

    Para comemorar o Dia da Mulher e contribuir para o pensamento crítico de gênero em relação às novas formas de violência do capitalismo, a partir de 8 de março lançaremos os vídeos resultantes do seminário  Perspectivas feministas contra a geopolítica global, patriarcal e racista, realizado entre 7 e 9 de outubro de 2019, em Salvador, Bahia.

    Aqui você pode acessá-los:
    Mesa 1 – Como viver num mundo hiperneoliberal: o sonho do desenvolvimento acabou
    Debatedora: Graciela Rodriguez

    Mesa 2 – Extrativismo ampliado: imersos na colonialidade
    Debatedoras: Verónica Gago (AR), Marcela Vecchione (PA) (extrativismo nos territórios) e Silvana Bahia (RJ) (extrativismo digital)

    Mesa 3 – Tramas econômicas das violências: das finanças aos corpos (extrativismo financeiro)

    Debatedoras: Luci Cavallero(AR), Paula Sarno (RJ), Norma Sanchís (AR)
    Mesa 4 – Economias populares: da comunidade à fábrica social. Tecidos sociais comunitários (quilombos, favelas, aldeias, comunidades com megaprojetos etc.) parindo as consciências decoloniais
    Debatedoras: Tatiana Oliveira (RJ), Edilena Torino Krikati (MA), Francy Jr. (AM), Antonia Melo (PA),
    Mesa 5 – Os trabalhos invisibilizados e desvalorizados, agora no centro do futuro do trabalho
    Debatedoras: Silvia Federici (IT/USA), Alma Espino (UR), Luciane Reis (BA), Milca Martins (BA), Michele Almeida (BA)