Categoria: Biblioteca

  • Semana de Mobilização: Paremos os Crimes Corporativos e a Impunidade!

    Semana de Mobilização: Paremos os Crimes Corporativos e a Impunidade!

    Em junho de 2014, o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDHNU) vai discutir a adoção de uma resolução para estabelecer um instrumento juridicamente vinculativo para aplicar regras vinculativas em relação aos direitos humanos e as Empresas Transnacionais (ETNs).

    Para pressionar o CDHNU a adotar este tipo de Tratado vinculativo, uma coalizão de movimentos sociais, redes e organizações da sociedade civil está organizando uma semana inteira de Mobilização.

    Consulte o calendário de eventos da Semana da Mobilização durante 26 sessão da CDHNU, 23-27 junho 2014, em Genebra e junte-se à Mobilização!

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  • O Grito das Mulheres contra Belo Monte!

    O Grito das Mulheres contra Belo Monte!

    por Erika Masinara

    Entre 23 e 24 de agosto 2013, em Altamira, mais de setenta mulheres lideranças da região da Transamazônica e do Xingu se encontraram para discutir os impactos que as comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas – e as mulheres em particular – enfrentam em relação à construção do grande projeto de barragem no Rio Xingu, a hidrelétrica de Belo Monte, e das empresas mineradoras na região. O encontro -chamado O Grito das Mulheres na luta por Vida com Justiça Socioambiental– tinha também como objetivo o fortalecimento da aliança das mulheres da terra, águas, florestas, do campo e cidades das regiões Transamazônica e Xingu, BR 163, Baixo Amazonas, em articulação com as organizações de mulheres nacionais. Neste sentido, entre as atividades propostas foi realizada uma oficina sobre Feminismo e Justiça Socioambiental organizada pela Frente de Justiça Socioambiental da Articulação de Mulheres Brasileiras e o Instituto Equit e uma oficina sobre Direitos Humanos, Criminalização contra Defensores e Defensoras dos Direitos Humanos proposta pela Sociedade Paraense em Defesa dos Direitos Humanos (SDDH).

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    Mulheres dos municípios de Altamira, Medicilândia, Anapú, Brasil Novo, Senador José Porfírio, Vitória, Pacajá, Porto de Moz, Placas e Uruará estiveram presentes e contribuíram para os debates nos vários temas tocados no encontro: o modelo de desenvolvimento e seus impactos nas comunidades locais, a matriz energética e a disponibilidade e custo da energia para as empresas e para as comunidades; a mercantilização da água em contraposição à água como bem comum; as remoções arbitrárias e o não cumprimento das condicionantes pelo consórcio que ganhou a licitação de Belo Monte, a Norte Energia; a poluição dos rios pelo escoamento de resíduos de produção dos processos extrativos na região e o prejuízo à atividade pesqueira ribeirinha; as ameaças e a cooptação dos povos indígenas e a omissão do Estado na garantia dos direitos humanos. Ainda foram levantados os diversos impactos nas cidades próximas da obra inclusive o aumento no índice de violência com o começo das obras de Belo Monte.

    No dia 23 de agosto – fortalecidas pelas trocas sobre as violações de direitos e a análise dos impactos das obras – o Grito das Mulheres foi para a frente da Justiça Federal. As manifestantes e os manifestantes pediram o cancelamento das obras de Belo Monte e encheram o portão da Justiça Federal de Altamira de marcas vermelhas das mãos das próprias mulheres que levavam o recado: “Justiça Já! Pare Belo Monte!”. Marco Apolo Santana Leão, advogado do movimento Xingu Vivo e da SDDH, relatou: “A justiça brasileira tem uma dívida enorme frente ao povo brasileiro e precisa ser democratizada. Existem mais de 10 ações civis públicas contra Belo Monte aqui na Justiça Federal esperando ser julgadas. Existe uma lentidão no processamento das ações civis públicas enquanto outras decisões favoráveis à empresa construtora são tomadas muito rapidamente, como por exemplo as ordens de despejo e remoções”.

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    Antonia Melo do movimento Xingu Vivo para Sempre ressaltou ilegalidade do projeto de Belo Monte: “Belo Monte não é fato consumado, é um projeto ilegal, porque esta sendo construída a revelia da lei, todas as licenças que foram dadas (provisória, instalação, etc.) são todas irregulares. Existem ações na Corte Interamericana, o caso foi apresentado à ONU, sobretudo mostrando a violação dos direitos dos Povos Indígenas, tradicionais etc. Pela Convenção 169 da OIT eles tem direito à consulta previa em caso de projeto nas suas terras.”

    Antonia destacou também a inviabilidade de Belo Monte, informando que na verdade a central hidrelétrica não irá produzir 11.203 Mega Watt de energia como declarado pelo Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), composto majoritariamente por Andrade Gutierrez, Odebrecht,  Camargo Correa, Queiroz Galvão e outras. A capacidade de produção será de 4.000 Mega Watt, ou seja 30% da potencialidade de produção. Ela destacou também como esse enorme investimento público que está sendo gasto para a construção da obra, poderia servir para de fato melhorar as condições de saúde, de educação e de segurança das cidades da região que estão enfrentando múltiplas carências de políticas públicas.

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    A declaração final das mulheres do Xingu é accessível no seguinte link:

    CARTA DAS MULHERES DO XINGU: https://newequit2.sevenserver.online/?p=1103

  • O Grito das Mulheres na luta por Vida com Justiça Socioambiental

    O Grito das Mulheres na luta por Vida com Justiça Socioambiental

     “Encontro das Mulheres da Região Transamazônica e Xingu”

    Data-23 e 24 de Agosto com inicio às 8 horas da manhã.

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    Local-Auditório da UFPA- Campus II, Rua Coronel José Porfírio, Altamira – PARÁ

    Oficinas de Formação,Sustentabilidade,Organização FEMININA E JUSTIÇA SOCIOAMBIENTAL, frente Violencia dos projetos desenvolvimentistas, Direitos humanos criminalização dos defensores e defensoras dos Direitos humanos.

      

    Objetivos:

    * Sensibilizar e mobilizar as organizações de mulheres da região da Transamazônica e Xingu, a fim de dialogar avaliar, os impactos dos grandes projetos belo monte e mineradoras na vida das mulheres.
    * Fortalecer, empoderar a luta das mulheres por garantia das políticas públicas; combate violência domestica e familiar,
    * Articular o fortalecimento da Aliança  das mulheres da terra, águas, florestas, do campo e cidades das Regionais Transamazônica e Xingu, BR 163, Baixo Amazonas, em articulação com as organizações de mulheres a nível nacional e internacional.

     

     

    Programação:

     

    Dia 23 /08

    – Ato Público contra a violência, a impunidade e por justiça;

    – Oficina de justiça socioambiental – Frente de Justiça Socioambiental da AMB – Articulação de Mulheres Brasileiras/ Instituto EQUIT – Gênero, Economia e Cidadania Global

    – Oficina de Direitos Humanos, Criminalização contra Defensores e Defensoras dos Direitos Humanos – SDDH

     

    Dia 24/08  das 8:00h as 12:00h

    -Encaminhamento das propostas – Planejamento Regional

    -Celebração pelos 10 anos do Fundo Dema.

     

    Está na hora de nos juntarmos. Sejam bem vindas!

    Agradecemos, enquanto aguardamos por sua presença e participação.

     

    Movimento de Mulheres do Campo e Cidade Regional Transamazônica e Xingu

    Movimento Xingu Vivo Para Sempre

     

     

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  • Campanha Grito pela Vida das Mulheres

    Campanha Grito pela Vida das Mulheres

    Fórum Permanente das Mulheres de Manaus

    13/08/2013

    A campanha Grito pela Vida das Mulheres surgiu da necessidade e busca por uma maior interação das mulheres em torno dos seus direitos e no próprio enfrentamento da violência. A iniciativa, promovida pelo Fórum Permanente das Mulheres de Manaus,  pretende ampliar o debate acerca da violação dos direitos humanos, onde a violência doméstica continua a  ser um dos principais obstáculos no processo de enfrentamento da violência.

    A campanha -que será lançada no dia 23 de agosto –  se prolongará até  novembro – nos 16 dias de ativismo.

    Além da mobilização, a Campanha visa a divulgação e apropriação das políticas públicas voltadas para as mulheres, a fim de que a sociedade em geral possa aderir e fazer parte das instâncias de acompanhamento e fiscalização das mesmas.
    ForumFrenteBaixaResolucao
    ForumVersoBaixaResolucao
  • Seminário “A atual dimensão estratégica do MERCOSUL”

    Seminário “A atual dimensão estratégica do MERCOSUL”

    04 de Julho 2013 – São Paulo

     convite seminario mercosul 04-07-2013

    Mesa 1  10 :00h

    Nova conjuntura no Mercosul e na região

    Jefferson Miola – Sec. Mercosul; Artur Henrique – CUT;  Rafael Freire – CSA; M.Reinaldo Salgado –Diretor Depto Mercosul-MRE; Felippe Ramos –IPEA/Caracas; Graciela Rodriguez – Equit/Rebrip

    11:30h – 12:30h  Debate

     

    12:30 – 14:00h Almoço

     Mesa 2  14 :00h

    Participação social: experiências Cúpulas dos Povos e Sindicais. Reuniões especializadas: REAF, FCES e Cúpula Social.

    Prof. Renato Martins – UNILA; Marcos Rochinski – FETRAF; Fernanda Lapa IDDH; Paulo Illes -CPMig/SMDHC –Pref. São Paulo.

    Mesa 3 16:00 h

    Debate para Posicionamento

    Proposta das (7) Normas para Participação social da PPT Uruguai (aproximação com o debate em UNASUL).

    Análise inicial das propostas: Gonzalo Berrón – FES

     

    Local:  Sindicato dos Bancários – Rua São Bento, 413 / 1º andar – São Paulo

     

  • Declaração e Carta às organizações do Encontro da ASC em Bogotá no 1-2 de Junho 2013

    Declaração e Carta às organizações do Encontro da ASC em Bogotá no 1-2 de Junho 2013

    Declaración del Encuentro de la Alianza Social Continental realizado el 1 y 2 de junio en Bogotá.

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    Carta a las organizaciones pertenecientes y aliadas de la Alianza Social Continental

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  • Diana Aguiar: neoliberalismo, economia do Brasil e OMC (inglês)

    Diana Aguiar: neoliberalismo, economia do Brasil e OMC (inglês)

    Entrevista para a Post-Globalization Initiative em Moscou na Russia em razão das articulações rumo às mobilizações frente à Cúpula do G20 em São Petersburgo em setembro de 2013

  • Declaração AMB para Xingu e Tapajos Abril 2013

    Declaração AMB para Xingu e Tapajos Abril 2013

    Nós, mulheres da AMB – Articulação de Mulheres Brasileiras, expressamos nossa indignação e preocupação com mais uma escalada contra os direitos das populações atingidas por barragens no sudoeste paraense, e em particular os direitos das mulheres.

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