É com prazer que apresentamos a publicação Quién le debe a quién? Ensayos transnacionales de desobediencia financiera, livro organizado pelas parceiras Silvia Federici, Verónica Gago e Luci Cavallero que está sendo lançado em espanhol.
A publicação traz reflexões fundamentais para construirmos um caminho mais equitativo e que coloca o cuidado e a vida no centro, e não o lucro do capital.
Boa leitura!
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A partir da crise de 2007/2008 o multilateralismo foi perdendo terreno; e em seu lugar, para perpetuar os processos de espoliação das economias de países e regiões menos desenvolvidos, os países hegemônicos trouxeram novamente ao protagonismo os acordos de livre comércio bilaterais/plurilaterais, e fortalecendo-os largamente.
O Acordo UE-Mercosul teve diversos ritmos de negociação nesse longo período que começou ainda no final dos anos 90. Mas no atual cenário internacional ganha força – endossado ainda pelos interesses entreguistas do (des)governo Bolsonaro –, e agora está em fase de ratificação parlamentar de ambos os blocos.
Sabemos que o crescimento do comércio internacional não tem contribuído para a criação de melhores oportunidades de trabalho para as mulheres, nem aproveitado as maiores qualificações da oferta de trabalho feminina na nossa região.
Por tudo isso, questionamos:
Quais os impactos do comércio internacional em geral, e particularmente, do Acordo União Europeia- Mercosul sobre o emprego das mulheres?
As exportações, concentradas em poucos setores e que já mostram um baixo número de empregos femininos, irão gerar empregos adicionais? E qual a qualidade deles?
O emprego feminino de maior qualificação será fortalecido ou ameaçado pela competição importadora industrial?
No segundo debate do Ciclo promovido pela R E B R I P, esses são alguns dos interrogantes que orientam nossas debatedoras, Marta Castilho (UFRJ) e Kethelyn Ferreira (UFRJ), ambas economistas.
O evento ao vivo contará com tradução simultânea e será apresentado em:
Na próxima quinta-feira, o OPEB – Observatório de Política Externa da UFABC lança seu canal no Youtube com a estreia do ciclo “Além do Horizonte – Política Externa e Relações Internacionais”.
A live de abertura é “POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA: SUBORDINADA, IDEOLOGIZADA, MISÓGINA”,
com Graciela Rodriguez, coordenadora do Instituto Equit, e as professoras Tatiana Berringer e Beatriz Bissio, moderação de Gonzalo Berrón (Fundação Friedrich Ebert – Brasil)
Esse tema é baseado num relatório amplo sobre o impacto da política externa do governo Bolsonaro sobre as mulheres, que aborda desde a falta de presente e futuro profissional, a mudanças na subjetividade da mulher, que se vê obrigada a transformar a vida numa empresa lucrativa.
Assunto potente, concorda? Então nos ajude a divulgar, marcando aqui quem pode se identificar e inscreva-se no canal!
Devido ao êxito dos debates em termos de riqueza das reflexões, o I. Equit, em parceria com a Red de Género y Comercio e o GIIF – Grupo de Investigación Intervención Feminista – e o apoio do Fondo de Mujeres del Sur, elaborou pequenas pílulas extraídas dos debates Conversas Latino-Americanas: Ciclo de debates feministas realizados entre setembro e dezembro de 2020.
Na nossa playlist do youtube você também pode conferir os debates na íntegra.
🗓️ Segunda-feira, 21 de Dezembro
🔍Para saber mais sobre os possíveis impactos do acordo entre Mercosul e União Europeia e as consequências dos tratados de comércio e investimento na América Latina
🔴 AO VIVO
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Perturbando os Sistemas Alimentares Globais – Igualdade de Gênero, Direitos Humanos e Solidariedade
A International Women’s Rights Action Watch Ásia-Pacífico (IWRAW Ásia-Pacífico) realizou hoje a live
Acontece amanhã a Live Perturbando os Sistemas Alimentares Globais para o Avanço da Igualdade de Gênero, Direitos Humanos e Solidariedade Internacional: O caso da África do Sul, Brasil, China e México (Disrupting the Global Food Systems – Gender Equality, Human Rights & Solidarity).
O debate propõe explorar diferentes áreas de desigualdade de gênero no sistema alimentar, incluindo acesso a mercados, terra e água, e acesso ao financiamento, com foco particular no impacto sobre as mulheres rurais. As painelistas compartilharão estudos de caso da África do Sul, Brasil, China e México.
[pdf-embedder url="https://newequit2.sevenserver.online/wp-content/uploads/2020/12/Declaracao-Politica-AMB-25-anos.pdf" title="Declaração Política AMB 25 anos"]
Debate sobre a participação da sociedade civil no Conselho de Politica Externa.
Objetivo 4, Meta 31
Meta 31: “Instituir Conselho Nacional de Política Externa, de caráter consultivo, com participação diversa, plural e não-remunerada, e realizar conferências quadrienais de política externa”. Objetivo IV – Diálogo com a Sociedade: “Entendendo a definição do interesse nacional como um processo, situar o MRE como articulador de redes, a fim de ampliar a coerência e a intersetorialidade das ações nas várias áreas; para isso, institucionalizar mecanismos de participação, ampliando a permeabilidade do Ministério a demandas sociais que requeiram ação externa do Estado.” O Instituto Diplomacia para Democracia recebe o professor Dawisson Lopes (UFMG e CEBRI) e a socióloga Graciela Rodriguez (coordenadora do Rebrip e Eqüit) para discutir a proposta.