Categoria: Destaques

  • Debates feministas para a recuperação no pós-pandemia

    Debates feministas para a recuperação no pós-pandemia

    🔥 A Rede de Gênero e Comércio apresenta “Debates feministas para a recuperação no pós-pandemia. Políticas econômicas e seu impacto na vida cotidiana das mulheres.”
    🔥 Uma compilação de artigos de imprescindíveis pensadoras e ativistas feministas da região que busca integrar reflexões e preocupações sobre a economia nos níveis macro – como as decisões globais – seu impacto nos níveis meso de instituições – como o mercado de trabalho – e nos níveis micro dos cuidados, da vida familiar e comunitária. 💜
    Leia aqui na íntegra ou faça o download
    [pdf-embedder url="https://newequit2.sevenserver.online/wp-content/uploads/2022/06/Debates-feministas-para-la-recuperacion-en-la-postpandemia.pdf%22]
  • Debates Feministas Pós-Pandemia: CURSO VIRTUAL

    Debates Feministas Pós-Pandemia: CURSO VIRTUAL

    Para fazer a inscrição (gratuita) antecipada, clique aqui

    Veja a programação do curso realizado em 3 módulos:

    [pdf-embedder url="https://newequit2.sevenserver.online/wp-content/uploads/2021/11/Programa-curso-virtual-PORTUGUES.pdf" title="Programa curso virtual PORTUGUES"]

  • Moção 2021 – VIII Assembleia Nacional da REBRIP

    Moção 2021 – VIII Assembleia Nacional da REBRIP

    Documento construído a partir das discussões que ocorreram na VIII assembleia nacional da REBRIP (dias 3 e 4 de agosto, de 2021).

    [pdf-embedder url="https://newequit2.sevenserver.online/wp-content/uploads/2021/09/Mocao-2021-VIII-Assembleia-REBRIP-FINAL.pdf" title="Moção 2021 – VIII Assembleia REBRIP (FINAL)"]

  • Qual é o futuro do trabalho feminino? Perspectivas feministas

    Qual é o futuro do trabalho feminino? Perspectivas feministas

    *PRÓXIMA QUINTA, 8/07*
    ➖ A partir da crise de 2007/2008 o multilateralismo foi perdendo terreno; e em seu lugar, para perpetuar os processos de espoliação das economias de países e regiões menos desenvolvidos, os países hegemônicos trouxeram novamente ao protagonismo os acordos de livre comércio bilaterais/plurilaterais, e fortalecendo-os largamente.
    ➖ O Acordo UE-Mercosul teve diversos ritmos de negociação nesse longo período que começou ainda no final dos anos 90. Mas no atual cenário internacional ganha força – endossado ainda pelos interesses entreguistas do (des)governo Bolsonaro –, e agora está em fase de ratificação parlamentar de ambos os blocos.
    ➖ Sabemos que o crescimento do comércio internacional não tem contribuído para a criação de melhores oportunidades de trabalho para as mulheres, nem aproveitado as maiores qualificações da oferta de trabalho feminina na nossa região.
    Por tudo isso, questionamos:
    ⚡ Quais os impactos do comércio internacional em geral, e particularmente, do Acordo União Europeia- Mercosul sobre o emprego das mulheres?
    ⚡ As exportações, concentradas em poucos setores e que já mostram um baixo número de empregos femininos, irão gerar empregos adicionais? E qual a qualidade deles?
    ⚡ O emprego feminino de maior qualificação será fortalecido ou ameaçado pela competição importadora industrial?
    ➖ No segundo debate do Ciclo promovido pela R E B R I P, esses são alguns dos interrogantes que orientam nossas debatedoras, Marta Castilho (UFRJ) e Kethelyn Ferreira (UFRJ), ambas economistas.
    O evento ao vivo contará com tradução simultânea e será apresentado em:
    . português
    . espanhol
    . inglês
    Divulguem, participem; nos vemos lá!
  • Webinário – POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA: SUBORDINADA, IDEOLOGIZADA, MISÓGINA

    Na próxima quinta-feira, o OPEB – Observatório de Política Externa da UFABC lança seu canal no Youtube com a estreia do ciclo “Além do Horizonte – Política Externa e Relações Internacionais”.
    A live de abertura é “POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA: SUBORDINADA, IDEOLOGIZADA, MISÓGINA”,
    com Graciela Rodriguez, coordenadora do Instituto Equit, e as professoras Tatiana Berringer e Beatriz Bissio, moderação de Gonzalo Berrón (Fundação Friedrich Ebert – Brasil)
    Esse tema é baseado num relatório amplo sobre o impacto da política externa do governo Bolsonaro sobre as mulheres, que aborda desde a falta de presente e futuro profissional, a mudanças na subjetividade da mulher, que se vê obrigada a transformar a vida numa empresa lucrativa.
    Assunto potente, concorda? Então nos ajude a divulgar, marcando aqui quem pode se identificar e inscreva-se no canal!
    27 de MAIO (quinta-feira), às 18h
    Transmissão: Youtube do OPEB
    Realização: OPEB e FES
    Apoio: UFU e ABRI
  • A Mulher Malabarista: curso virtual

    A Mulher Malabarista: curso virtual

    O I. Equit realiza este ano o curso virtual A Mulher Malabarista: pandemia, cuidados e economia feminista

     

    [pdf-embedder url="https://newequit2.sevenserver.online/wp-content/uploads/2021/02/PROGRAMA-a-mulher-malabarista.pdf" title="PROGRAMA a mulher malabarista"]

  • Pílulas feministas

    Pílulas feministas

    Devido ao êxito dos debates em termos de riqueza das reflexões, o I. Equit, em parceria com a Red de Género y Comercio e o GIIF – Grupo de Investigación Intervención Feminista – e o apoio do Fondo de Mujeres del Sur, elaborou pequenas pílulas extraídas dos debates Conversas Latino-Americanas: Ciclo de debates feministas realizados entre setembro e dezembro de 2020.

    Na nossa playlist do youtube você também pode conferir os debates na íntegra.

    Assista e compartilhe!

     

  • A política externa brasileira

    A política externa brasileira

    Subordinada, ideologizada, misógina.

    Assim é como Graciela Rodriguez, do I. Eqüit nos apresenta sua leitura acerca de um tema tão fundamental na atualidade quanto pouco debatido pela sociedade brasileira e as organizações de modo geral. Enquanto a esquerda se assusta e se desgasta com as falsas problemáticas explicitadas pelo presidente de fachada, Jair Bolsonaro, Graciela prefere tratar dos temas de fundo, daquilo que vem correndo solto por debaixo dos panos, quer dizer, da boiada que passa enquanto a maioria rosna para o famoso boi de piranha…

    Boa leitura!

    [pdf-embedder url="https://newequit2.sevenserver.online/wp-content/uploads/2021/01/a-politica-ext-brasileira-artigo-graciela.pdf" title="a politica ext brasileira – artigo graciela"]

  • Brasil: a deriva fascista

    Brasil: a deriva fascista

    A seguir, artigo da coordenadora do I. Equit, Graciela Rodriguez, apresentando uma análise dos processos de desdemocratização que o Brasil vive atualmente, fazendo uma importante relação com as necessidades e imposições internacionais.

    O texto foi publicado pelo periódico virtual Outras Palavras

    Leia o texto na íntegra aqui

    Boa leitura!

  • Mulheres e o boom do endividamento:

    uma análise crítica sobre as novas formas de exploração do capital 

    O livro “O sistema financeiro e o endividamento das mulheres”, com lançamento previsto para o final do mês de março, reúne feministas e economistas com perspectiva de gênero para aprofundar o grave problema do endividamento crescente das mulheres e a chamada financeirização da vida.

     O neoliberalismo vive atualmente uma ofensiva de expansão da financeirização econômica, que por chegar a diversos âmbitos das atividades humanas, tem sido chamada de financeirização da vida. O sistema financeiro vem permitindo e ampliando novas formas de exploração, tanto dos recursos chamados naturais quanto da mão de obra, fatores essenciais à acumulação de riquezas. E esta expansão acelerada está acontecendo em escala global com um alto custo social e desencadeando novas e muitas violências.

    A publicação, elaborada pelo I. Equit, busca trazer para o debate alguns dos aspectos que correlacionam a própria ampliação recente do sistema financeiro com sua expansão na sociedade, e em particular com a perspectiva de sua atuação sobre os territórios e as pessoas que neles vivem e sobrevivem, em particular as mulheres, com o intuito de esmiuçar como o sistema financeiro se desdobra nos territórios e que formatos assume na vida das pessoas.

    O endividamento é processo antigo e bem conhecido da população, mas que vem tomando uma importância cada vez maior no cotidiano das famílias, e nesse sentido, a publicação busca analisar o chamado extrativismo financeiro enquanto uma das formas da nova ofensiva de exploração capitalista.

    Temos percebido que as formas de expansão do financiamento estão muito ligadas ao crescimento da informalidade nos territórios, e que as mulheres são a maioria dos trabalhadores da informalidade, além de estarem desocupadas em maior proporção e com rendimentos menores. Por outro lado, a responsabilidade ainda majoritária das mulheres com o cuidado da casa e a manutenção do funcionamento familiar, faz com que carreguem o enfrentamento dos custos da sobrevivência e a luta cotidiana e concreta que vivem as famílias para a distribuição e uso dos recursos, recorrendo aos créditos e endividamentos para suprir necessidades básicas.

    Finalmente, num contexto de brutal desemprego, de falta total de regras de proteção trabalhista, de normalização crescente das atividades econômicas ilegais, e de expansão do militarismo e das violências enquanto “pedagogia da crueldade”, percebemos na financeirização da vida um elemento central para viabilizar novas formas de lucro. E entender como esse fenômeno se dá sobre as populações, e em particular sobre as mulheres, torna-se a cada dia mais importante para quem pretende ter uma ação transformadora sobre o mundo.

    Entretanto, a crítica, por mais lúcida que seja, não seria suficiente se surgisse como um discurso desconectado das lutas, das resistências, “de tudo o que não encaixa e grita” segundo Savater. É preciso pensarmos a emancipação das classes despossuídas como obra e resultado das ações delas mesmas. E porque a luta cotidiana e as táticas de vida de tais atores e atrizes sociais são fundamentais, o último capítulo da publicação estará destinado a dar voz às mulheres, escutar suas formas de conviver, aproveitar, sofrer e disputar com as finanças, agindo em seus corpos e territórios, e também a nos solidarizarmos com essas infinitas e perseverantes lutas de resistência.

    Por isso agradecemos a tantas mulheres que nos deram seus depoimentos e nos mostraram suas táticas de guerrilha para sobreviver. E também ao apoio fundamental do “Fondo de Mujeres del Sur” que viabilizou nosso trabalho e esta publicação.