Tag: Feminismo

  • As vozes das mulheres indígenas organizadas no MA

    As vozes das mulheres indígenas organizadas no MA

    A Associação de Mulheres Indígenas do Maranhão – AMIMA -, parceria com o I. Equit, lançamos o vídeo “vozes da AMIMA”, filmado no contexto da Marcha de Mulheres Indígenas, que aconteceu em Brasília em agosto deste ano, quando mais de duas mil mulheres indígenas de 113 povos de todo o território nacional se reuniram em Brasília e marcharam pedindo por demarcação de terras, saúde, educação, além de reafirmarem seu repúdio à política de paralização das demarcações de terras indígenas pelo atual governo Bolsonaro.

    A maior delegação que chegou a Brasília, foi justamente a do Maranhão, que contou com a organização e emprenho das mulheres da AMIMA, e o apoio do I. Equit.

  • Encontro com Silvia Federici em Salvador

    Encontro com Silvia Federici em Salvador

    Já está disponível no canal do I. Equit o resumo das falas que aconteceram no último dia 7/10, em Salvador Bahia. A mesa “A caça às bruxas como instrumento da colonização patriarcal e racista na América Latina” contou ainda com a presença da socióloga e ativista Vilma Reis (BA), e da historiadora Carolina Rocha (RJ).

    Boa reflexão!

  • I. Eqüit leva Silvia Federici a Salvador e São Luís

    I. Eqüit leva Silvia Federici a Salvador e São Luís

    Seminário Internacional recebe a autora ítalo-americana Silvia Federici e representantes feministas de vários países para debater os impactos das mudanças na economia mundial sobre a vida das mulheres

    Acompanhar e assimilar as transformações por que o mundo vem passando não é tarefa fácil. Mudaram as instituições, mudaram as formas de ser relacionar, mudou o mercado de trabalho, mudaram as expectativas, os direitos, as possibilidades de convivência e sobrevivência.

    Com isso, surge a necessidade de encontrar novas estratégias para enfrentar essas mudanças sem abrir mão de convicções e necessidades já conquistadas pelas mulheres na nossa sociedade.

    Depois de lotar o Memorial da América Latina em SP para o lançamento do seu segundo livro, a autora e uma das maiores historiadoras do nosso tempo, segue para o Nordeste através do trabalho do Instituto Eqüit – Gênero, Economia e Cidadania Global – para reunir, de 7 a 9 de outubro, em Salvador, Silvia Federici e importantes teóricas e militantes feministas brasileiras e internacionais no Seminário Internacional PERSPECTIVAS FEMINISTAS CONTRA A GEOPOLÍTICA GLOBAL PATRIARCAL e RACISTA.

    O evento, realizado em parceria com a Editora Elefante, o Coletivo de Mulheres do Calafate/AMB Bahia, o NEIM/PPGNEIM – UFBA, o Instituto Odara e a Rede de Mulheres Negras da Bahia, colocará frente a frente importantes acadêmicas e ativistas feministas dos movimentos negro, indígena, de favelas, de comunidades com megaprojetos, tais como Verónica Gago e Luci Cavallero (Ni una Menos), da Argentina, Norma Sanchis e Alma Espino, (Rede de Gênero e Comércio), Tatiana Oliveira (UFRJ), Milca Martins do Sindoméstico da Bahia, Edilena Torino, do Povo Krikati, Antonia Melo, defensora do Xingu Vivo, Francy Jr. (Fórum de Mulheres de Manaus) dentre outras. Para compor a mesa de debates e comentar a apresentação de Silvia, convidamos uma importante representante dos movimentos feminista e negro da Bahia, Vilma Reis; e a escritora e historiadora Carolina Rocha, do Rio de Janeiro.

    A autora Silvia Federici apresentará a conferência A caça às bruxas como instrumento da colonização patriarcal e racista na América Latina, referente ao seu primeiro livro em português Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. Além disso, lançará seu segundo livro em português (O ponto zero da revolução: trabalho doméstico, reprodução e luta feminista), ambos publicados pela Editora Elefante.

    O objetivo do encontro é aprofundar a reflexão para tentar alcançar um bom diagnóstico da atual situação nacional e global, e pensar, coletivamente, nos desafios que as feministas têm pela frente.

    “Precisamos fazer uma leitura da realidade que não somente faça a crítica cuidadosa ao progressismo desenvolvimentista, mas que saiba também ler e repensar as novas formas do trabalho e da acumulação capitalista, a multiplicidade de formatos das economias populares e de subsistência, as falências da institucionalidade estatal e o surgimento de atores e atrizes diversos e plurais em termos de gênero, raça, idades, identidades sexuais não heteronormativas e em soma de subjetividades”, explica a socióloga Graciela Rodriguez, coordenadora do I. Eqüit e idealizadora do evento.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     


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  • CICLO DE DEBATES FEMINISMOS 01: com Silvia Federici – As bruxas, a domesticação do corpo das mulheres e a acumulação capitalista

    CICLO DE DEBATES FEMINISMOS 01: com Silvia Federici – As bruxas, a domesticação do corpo das mulheres e a acumulação capitalista

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    Diante dos desafios da nova conjuntura política nacional e internacional, o Instituto EQUIT está promovendo o Ciclo de Debates: “Feminismos Hoje: Diálogos Difíceis, Diálogos possíveis”, como forma de atualizar o debate feminista no país e qualificar a inserção das mulheres na agenda de resistências que se apresenta atualmente para os movimentos sociais.

    Aproveitando a passagem de Silvia Federici pelo Brasil, o Instituto Eqüit teve a alegria de abrir o Ciclo de Debates com uma palestra da feminista nesta terça-feira, dia 30 de Agosto, que foi transmitida ao vivo pelo Canal do Instituto no Youtube, e que permanece disponível online e cujo tema foi “As bruxas, a domesticação do corpo das mulheres e a acumulação capitalista”.

     

    A corrente teórica defendida por Federici é fundamental para entender o processo histórico e político que determinou o papel das mulheres no capitalismo, e a importância das lutas feministas e das políticas dos “comuns” diante das agressivas estratégias do capital globalizado.
    Silvia Federici, além de militante e teórica feminista, é professora da Universidade de Hofstra em Nova Iorque. Federici é co-fundadora do Coletivo Feminista Internacional (1972) e do Comite para Liberdade Acadêmica na África (1990). Ela é autora dos livros “Revolução a Ponto Zero” (2012) e “O Caliban e a Bruxa: Mulher, Corpo e Acumulação Primitiva (2004)”.

    Consideramos fundamental integrar novas reflexões e saberes que têm sido ampliados nos últimos anos dentro do feminismo, com as contribuições da economia feminista, da economia dos cuidados com a reprodução da vida, das ideias e posicionamentos ecofeministas, dentre outras reflexões que queremos aproximar.
    Promoção: Instituto EQUIT – Gênero, Economia e Cidadania Global

    Apoio: Fundação Heinrich Boell e Fundação Ford.

  • As Mulheres na Rio+20

    As Mulheres na Rio+20

    Com esta publicação, o Instituto EQUIT busca contribuir com os debates que a Rio+20 atualizou e deixou palpitantes na agenda nacional e internacional em torno dos temas da sustentabilidade e da responsabilidade coletiva com a vida no planeta.

    A realização da Cúpula dos Povos por Justiça Socioambiental e do Território Global das Mulheres em forma simultânea à Conferencia das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a chamada Rio+20 realizada no Brasil em 2012, nos deu a oportunidade de chamar novamente a atenção global para a agenda dos movimentos sociais em torno ao meio ambiente e os bens comuns da humanidade e às ameaças que pesam sobre eles.

    O livro busca fortalecer a reflexão nos temas ambientais e da justiça socioambiental na perspectiva de gênero e também do ponto de vista feminista,  tanto a partir dos debates no âmbito da ONU e outros espaços internacionais que estão negociando estas questões, como  a partir da perspectiva dos movimentos sociais e das disputas em torno do modelo de desenvolvimento local e globalmente.

    Ele traz um leque de visões e posições diversas, que compuseram a participação das mulheres no âmbito da Conferencia oficial e na Cúpula dos Povos propondo-se como um resultado concreto de tais processos.

    Consideramos assim importante este registro no sentido das possibilidades que oferece para fortalecimento do debate dentro dos movimentos sociais, em particular de mulheres, e na sociedade de forma geral.

    Boa leitura!