Categoria: Notícias e Atividades

  • Seminário de Formação em Salvador

    Seminário de Formação em Salvador

    Violência Econômica: o que é isso no cotidiano das mulheres. Esse foi o centro do debate que aconteceu ao longo dos dias 26, 27 e 28 de abril de 2019 na formação que o I. Eqüit organizou em Salvador.

    Porque sim, além das violências físicas e éticas, estão também as diversas formas de captura das mulheres via economia. Os endividamentos via créditos, as diferenças salariais e a invisibilidade do trabalho do cuidado são algumas das estratégias de desvalorização da mão de obra feminina que nos levam a ser a fatia mais empobrecida do planeta economicamente falando.

    Entre tantas problemáticas, o seminário de formação organizado pelo I. Equit, também aponta para possíveis saídas através da economia dos cuidados, o eco-feminismo e a economia feminista.

     

     

  • AS VIOLÊNCIAS ECONÔMICAS A PARTIR DE UM OLHAR FEMINISTA

    AS VIOLÊNCIAS ECONÔMICAS A PARTIR DE UM OLHAR FEMINISTA

    …”Isso que chamam amor, é trabalho não pago”

  • Lançamento do Observatório dos ODS

    Lançamento do Observatório dos ODS

    CIEDUR e a Red Género y Comercio colocam à disposição do público em geral o Observatorio de los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS)* – Observatório dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável –con enfoque de gênero para os países do Mercosul.

    O Observatório

    Parte do Projeto «Justicia económica con equidad de género», o Observatório é realizado com o apoio financeiro de Liderando Desde el Sur y Fondo de Mujeres del Sur Fondo Fms.

    Contém informação atualizada em março de 2019 sobre o ODS 5 “Lograr a igualdade de gênero e empoderar a todas as mulheres e meninas”. Foi realizado com base em informações oficiais que estavam dispersassem diferentes sites e oferece um olhar crítico ao avanço das metas colocadas.

    Algumas observações:

    • Somente Uruguai reconhece e conta com marco jurídico para promover, fazer cumprir e supervisar a igualdade e a não discriminação por motivos de género.
    • Apesar de ser um flagelo social, não há informação sobre violência de gênero. Apenas o Uruguai informa a porcentagem de mulheres que sofreram violência: 17,9% das mulheres que tiveram um relacionamento, e esse número aumenta entre as menores de 35 anos (cerca de 30%).
    • Brasil e Paraguai são os países com níveis de matrimônio infantil (menores de 15 anos) mais elevados. No Brasil, 5,9% (2013), e no Paraguai, 3,6% (2016). A média para a América Latina é de 6,8%.
    • A taxa de gravidez na adolescência dos países do Mercosul e América Latina é similar e uma das mais altas do mundo: 64-68 mulheres entre 15-19anos a cada mil.
    • As mulheres realizam três vezes mais do que os homens o trabalho necessário para o mantenimento e reprodução da vida humana.
    • Na Argentina, cerca de 40% das bancadas parlamentares estão ocupadas por mulheres; no Uruguai, somente 20%; no Paraguai, 14%; e no Brasil, 11%.
    • A participação das mulheres em cargos de direção é de 40% no Brasil. Na Argentina e no Uruguai, em torno de 30-33%.
    • As mulheres argentinas têm menor acesso ao uso de métodos anticonceptivos e maior demanda de planificação familiar insatisfeita, o que significa um menor exercício dos direitos de saúde sexual e reprodutiva.

    Contribuir com os dados do Observatório

    Aspiramos incluir os sites informes que as organizações da sociedade civil elaboram acerca da temática. Participar

     

    * Os 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) conformam um conjunto de objetivos globais adotados em 2015 pelos países da ONU para erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir a prosperidade para todas e todos como parte de uma nova agenda de desenvolvimento sustentável. Cada objetivo tem metas específicas que devem ser alcançadas até 2030.

     

    29/0402019

  • Territórios, novas formas de exploração e violências

    Territórios, novas formas de exploração e violências

    Seminário discute temáticas atuais com grupo de mulheres em Manaus

    Percebendo as galopantes mudanças políticas e econômicas que o mundo contemporâneo vem trazendo, e para as quais não devemos ficar indiferentes, na medida em que entender o que está acontecendo pode nos ajudar a mapear o novíssimo terreno em que pisamos, o I. Eqüit vem pesquisando e abordando cada vez mais acerca das tramas econômico-financeiras da violência que o capitalismo promove: tanto nos espaços comuns, quanto na vida das pessoas, sobretudo das mulheres.

    A violência toma a forma de brecha salarial, de perda dos direitos trabalhistas, de fim dos sistemas de seguridade social, e vai além… A expansão do trabalho chamado informal vai-se ampliando para mais de 50% do mercado de trabalho, sem direitos nem limites à “autoexploração empreendedora”. E a perspectiva de futuro do trabalho nos impõe crescentemente a lógica da economia digital e da indústria 4.0, que muito rapidamente irão com certeza gerar um enorme desemprego. A expansão de novas formas de acumulação do capital, promovidas pelo sistema financeiro, criam novas maneiras da exploração do trabalho. Sim, as perspectivas não são as melhores. E esse é o principal motivo para nos movermos o quanto antes, e para enxergar qual é o projeto de vida que o hiperneoliberalismo está impondo sobre o cotidiano das populações, desde os territórios aos laços afetivos.

    Sabemos que precisamos escapar juntas e juntos!, porque sem o outro, sem a diferença, a vida termina. Esse é o desastre que promove toda monocultura à preservação da vida. Nesse sentido, o I. Eqüit tem promovido uma série de seminários para grupos de mulheres organizadas para discutirmos acerca do futuro que se aproxima veloz e vorazmente.

    Na perspectiva ecofeminista frente à lógica do domínio e controle do sistema hegemônico, continuamos trabalhando em dialogo com as mulheres, em especial da região Norte do Brasil, que enfrentam o abuso das corporações e seus interesses, e com as quais buscamos encontrar modos de subverter a lógica dominante e reinventar o valor da vida.                                      Assim, foi realizado o Seminário “Territórios, novas formas de exploração e violências” em Manaus, AM, entre 29 e 31 de março com a participação de mais de 30 mulheres.

     

     

  • Seminário de formação em Manaus

    Seminário de formação em Manaus

    Feminismo enquanto campo teórico e político. De que maneiras a economia feminista pode apontar outras direções à perspectiva econômica hegemônica vigente?

    Enquanto o G20 trata de ludibriar-nos com sua fala mansa e a suposta inclusão das demandas feministas através do Woman20 (W20), nós discutimos eco-feminismo e economia dos cuidados.

    Entre 29 e 31 de março, em Manaus discutia-se acerca da nova disputa hegemônica global (EUA x China) e seus impactos na América Latina, as mudanças na estratégia de dominação que essa disputa traz (a economia digital, o futuro do trabalho, e-comerce, indústria 4.0 e estratégias de controle das populações.

    O Seminário de formação Territórios, novas formas de exploração e violênciasse propôs debater com as mulheres locais o que é o neo (ou hiper) liberalismo, e o quão próximo ele está da realidade de cada uma delas, apontando as novas estratégias e multiplicidades de faces que ele encarna, encarando que a realidade nos explicita neoliberalismos: de cima para baixo, mas também de baixo para cima…

     

     

  • Mesa 5: Repensando as tramas de violências contra as mulheres

    Mesa 5: Repensando as tramas de violências contra as mulheres

    Mesa 5, dia 27/11: “Num mundo em convulsão: repensando as tramas de violências contra as mulheres”, do Seminário internacional “Mundo em convulsão: turbulências financieras, políticas e tecnológicas. Uma perspectiva feminista”. Organizado pela Rede de Gênero e Comércio.

    Moderadora: Graciela Rodríguez (Inst. Eqüit, Red de Género y Comercio, Brasil)

    Desigualdade e violências urbanas – Ana Falú, (CISCSA, U. N.Córdoba, Red Mujer y Hábitat.)

    Violência de gênero – Violencia social – María Pía López, (Ni una Menos)

    Violência nos corpos e na política – Lana de Holanda, (Activista trans, ex asesora parlamentaria de Marielle Franco, Brasil).

    27 de novembro de 2018, Centro Cultural de la Cooperación, Buenos Aires, Argentina.

  • Mesa 4: O futuro do trabalho

    Mesa 4: O futuro do trabalho

    Mesa 4, dia 27/11: “O futuro do trabalho. Para além das conceitualizações tradicionais: como se reformulam as relações laborais? Quais as tendências previstas con as novas tecnologias? Como se situam as mulheres nos cenários que se aproximam?”, do Seminário internacional “Mundo em convulsão: turbulências financieras, políticas e tecnológicas. Uma perspectiva feminista”. Organizado pela Rede de Gênero e Comércio.

    Moderadora: Alma Espino

    Mulheres e Identidades Femininas Cooperativistas – Violeta Boronat Pont y Gabriela Nacht(CCC e IDELCOOP)

    O trabalho na economia social – Monica Francisco (Deputada Estadual, Rio de Janeiro).

    Trabalho, parada e movimento de mulheres – Luci Cavallero, (Ni Una Menos).

    Impacto das novas tecnologias nas mulheres – Sofía Scasserra, (Instituto del Mundo del Trabajo, UNTREF).

    Sindicalismo e Feminismo – Estela Díaz, (Secretaria de Género, CTA).

    27 de novembro de 2018, Centro Cultural de la Cooperación, Buenos Aires, Argentina

  • Mesa 3: Atores e políticas no capitalismo atual (continuação)

    Mesa 3: Atores e políticas no capitalismo atual (continuação)

    Mesa 3 dia 27/11: “Atores e políticas no capitalismo atual. Como se desenvolvem na América Latina? Quais impactos têm sobre as mujeres?”, do Seminário internacional “Mundo em convulsão: turbulências financieras, políticas e tecnológicas. Uma perspectiva feminista”. Organizado pela Rede de Gênero e Comércio.

    Moderadora: Alma Espino (RGC, CIEDUR, Uruguay)

    As Novas Fronteiras do Desenvolvimento e da Cooperação – Cecilia Alemany (DAWN, Uruguay)

    Mecanismos de financiamento e impactos de gênero –Verónica Serafini, (Decidamos, Paraguay)

    Gênero e Comércio – Graciela Rodríguez, (Instituto Eqüit, Red de Género y Comercio, Brasil)

    27 de novembro de 2018, Centro Cultural de la Cooperación, Buenos Aires, Argentina.

  • Mesa 2: Atores e políticas no capitalismo atual

    Mesa 2: Atores e políticas no capitalismo atual

    Mesa 2, dia 26/11: “Atores e políticas no capitalismo atual. Como se desenvolvem na América Latina? Quais impactos têm sobre as mulheres?”, do Seminario internacional “Mundo em convulsão: turbulências financeiras, políticas e tecnológicas. Uma perspectiva feminista”. Organizado pela Rede de Gênero y Comércio.

    Moderadora Norma Sanchís

    Recursos Naturais e Extracivismo. Marilyn Cañío, (Comunidad Mapuche Cañío, Maitén).

    O papel das Corporações Transnacionais. Mónica Vargas, (Transnational Institute).

    Dívida e submetimento. O papel do FMI. Sandra Quintela, (Jubileo Sur, Brasil).

    26 de novembro de 2018, Centro Cultural de la Cooperación, Buenos Aires, Argentina.

  • Mesa 1: Tensões geopolíticas atuais

    Mesa 1: Tensões geopolíticas atuais

    Mesa 1: “Tensões geopolíticas atuais. Disputas por hegemonia e recursos naturais. Agenda do G20. A partir da perspectiva da Economia Feminista”

    , do Seminário internacional “Mundo em convulsão: turbulências financieras, políticas e tecnológicas. Uma perspectiva feminista”. Organizado pela Rede de Gênero e Comércio.

    Moderadora: Norma Sanchís

    –A conjuntura no capitalismo atual – Mariama Williams, (South Center, Ginebra). Com tradução simultânea para o espanhol.
    Economia financeira e disputas por hegemonia – Mónica Peralta Ramos (Dra. en Sociología, Argentina)
    Perspectiva da Economia Feminista – Alma Espino (Presidenta de CIEDUR, Red de Género y Comercio, Uruguay)

    26 de novembro de 2018, Centro Cultural de la Cooperación, Buenos Aires, Argentina.