Categoria: Notícias e Atividades

  • Mulheres e Gênero no G20

    Mulheres e Gênero no G20

     

    Seminário internacional: Mulheres e Gênero no G-20

    Destacadas acadêmicas e referências dos movimentos de mulheres da região farão uma reflexão sobre as implicações da adoção de uma perspectiva de gênero no G-20. Será quinta-feira, 27 de junho às 18h em Buenos Aires, Argentina, país anfitrião da próxima cúpula de presidentes-membro do G-20 (a realizar-se de 30 de novembro a 1° de dezembro de 2018).

    Pesquisadoras da UNSAM, Instituto EQUIT, Amnistía Internacional Argentina e do Espacio de Economía Feminista discutirão sobre as oportunidades e desafios que o processo do G-20 coloca para a ampliação de direitos das mulheres e para a articulação de um movimento global e regional.

    Nesta ocasião, pesquisadoras e ativistas enfocarão a agenda de gênero do G-20 com a criação do Women 20, grupo de afinidade surgido em 2015 para “apoiar a promoção do crescimento econômico inclusivo de gênero”.

    Expositoras:

    • Graciela Rodríguez (Instituto EQÜIT, Brasil e Red de Género y Comercio): Coordenadora do Instituto EQÜIT. Membro da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (REBRIP), na qual coordena o Grupo de Trabalho de Gênero para o seguimento das negociações do G-20.
    • Mariela Cuadro (EPyG-UNSAM, CONICET): Doutora em Relações Internacionais pela Universidade Nacional de La Plata. Professora de Relações Internacionais da EPyG. Seus interesses de pesquisa são a teoria política internacional, a segurança internacional e o Oriente Médio.
    • Mariana Fontoura Marques (Amnistía Internacional Argentina): Advogada formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro y candidata a doutora em Direitos Humanos pela Universidade de Lanús. Trabalhou como consultora em matéria de cooperação internacional, integração regional e direitos humanos.
    • Verónica Gago (IDAES-UNSAM, CONICET): Doutora em Ciências Sociais pela Universidade de Buenos Aires. Seu atual projeto de pesquisa vincula a questão dos direitos desde uma perspectiva de gênero que inclui as economias populares e as práticas de resistência. É membro da campanha Ni Una Menos.
    • Patricia Laterra (Espacio de Economía Feminista, Sociedad de Economía Crítica): Licenciada en Economia pela Universidade de Buenos Aires. Trabalha como consultora em organismos nacionais e internacionais e desempenha a promoção e formação das ideias da economia feminista na região.

    Moderador:

    • Marcelo Saguier (EPyG-UNSAM, CONICET): Doutor em Política e Estudos Internacionais pela Universidade de Warwick. Diretor e professor de Relações Internacionais da EPyG e pesquisador adjunto do CONICET. Especializou-se em economia política internacional do ambiente, teoria das relações internacionais e movimentos sociais transnacionais.

    Fonte: https://generoycomercio.net/taller-mujeres-de-la-omc-al-g20-2-3-2-2-2-2-2/

     

  • 1° Encontro preparatório (inter)nacional contra o G20

    1° Encontro preparatório (inter)nacional contra o G20

    Buenos Aires, Argentina
    
    Estamos nos organizando!
    
    A formação do dia 18/5 e a reunião no 19/5 estão chegando...
    Esperamos vocês e passamos as informações sobre a atividade!
    
    1ª Reunião Preparatória (Inter) Luta Nacional contra o G20
    dias:
    Sexta, 18 de maio, das 14 às 19h.
    Sábado, 19 de maio, das 10h às 17h.
    
    Na Faculdade de Ciências Sociais da UBA, Santiago del Estero 1029, Cidade de Buenos Aires, Argentina.
    
    Aqui você pode ler a convocatória para o primeiro encontro contra o G20
    E também em espanhol
    
    Em breve, notícias sobre a reunião preparatória do Fórum Feminista contra o G20.

     

  • CÚPULA DOS POVOS

    CÚPULA DOS POVOS

    Em meio à lama, brota a flor de lótus

    De 10 a 14 de abril acontece em Lima, Peru, mais uma edição da Cúpula paralela à Oficial Cúpula das Américas (13 e 14 de abril), para trazer a agenda de resistência e alternativas dos mais diversos setores do movimento social que fazemos frente à amizade pornográfica existente entre governantes e grandes corporações.

    Informações sobre o evento e sua programação oficial:

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  • Seminário sobre a OMC começa na segunda-feira

    Seminário sobre a OMC começa na segunda-feira

    Confira a programação completa do seminário que abordará os habituais e os novos temas para a próxima Ministerial da OMC

    Nos dias 6 e 7 de Novembro faremos um SEMINÁRIO ABERTO AO PÚBLICO para debater, alertar, e pensarmos coletivamente formas de enfrentar mais essa face perversa e controladora do capital. Em sua próxima Reunião Ministerial em Buenos Aires, a OMC vai discutir sobre COMÉRCIO ELETRÔNICO, mesmo que as normas da própria OMC supostamente impeçam a incorporação de novos temas à Rodada atualmente em negociação (a chamada Rodada de Doha). E esse “assalto” na agenda buscará na verdade precipitar a definição das regras para esse vasto e novíssimo campo, a ECONOMIA DIGITAL e o uso da INTERNET, com o único objetivo de mais uma vez favorecer os interesses das grandes transnacionais que objetivam controlar todos os dados: sobre usos, consumo, gostos, viagens, orientação política etc. dos usuários, os “Big Data”.

    “LIVRE” COMÉRCIO ELETRÔNICO:
    LIVRE COMPETIÇÃO?

  • CONVITE PARA MESA DE DEBATE ABERTA AO PÚBLICO – 29/03

    CONVITE PARA MESA DE DEBATE ABERTA AO PÚBLICO – 29/03

    Diálogos difíceis, diálogos possíveis: visões das economias alternativas – Economia Feminista, economia solidária, economia ecológica e decrescimento

    O I. Eqüit convida para Debate no próximo dia 29 de março, às 18:30

    O modelo econômico capitalista hegemônico  destrói não somente a natureza, mas a qualidade de vida, e a própria vida de milhares de seres. Por isso, é urgente discutir a transição deste modelo predador para outras formas de economia que permitam a sobrevivência da vida humana em harmonia com a natureza: esse é o sentido deste diálogo entre economias alternativas…

    Palestrantes:

    Cristina Carrasco
    Sandra Quintela
    Mônica Francisco
    Felipe Milanez

    Também faremos a transmissão ao vivo por aqui!
  • 8M – Mulheres, presentes!

    Resistência feminista contra o golpe, a Reforma da Previdência, o machismo e o feminicídio

    O último Dia Internacional da Mulher foi marcado pelo paro das mulheres de todo o mundo.

    Em dezenas de países, milhares de mulheres se reuniram para protestar contra o machismo e toda forma de violência e imposição do patriarcado e do capital.

    No Brasil, mulheres fecharam ruas, avenidas e BRs para exigir que nenhum direito conquistado seja perdido, incluindo a Reforma da Previdência, uma ofensa sobretudo às trabalhadoras já sobrecarregadas pela dupla jornada de trabalho.

    As mulheres não aceitamos o retrocesso e arrouxo que este governo golpista vem impondo de forma vil e anti-democrática, e nesse sentido, no país as lutas também eram contra todas PECs.

    Como não podia ser diferente, as mulheres do Projeto Mulheres no Desenvolvimento Sustentável da Amazônia ocuparam suas localidades: e pararam.

    Confira!

  • Semana Contra a Pobreza

    Semana Contra a Pobreza

    Euskadi, ou País Basco celebra desde esta segunda-feira, Dia Internacional contra a Pobreza e a Exclusão, uma Semana contra a Pobreza, com atividades organizadas em Bilbao conjuntamente pela Coordinadora de ONGDs de Euskadi, a Red contra la Pobreza y la Exclusión Social (EAPN Euskadi) e a Red de Entidades de Economía Social y Solidaria (REAS Euskadi). Esta edição está centrada em denunciar tratados como o TTIP, que ganhou destaque sob o lema Tratado Transatlântico de Comércio e Investimentos TTIP: vai engolir?

    Graciela Rodriguez, Coordenadora do I. Eqüit, foi convidada a participar da Mesa redonda sobre o TTIP, o livre comércio e seus impactos.

    A Semana vem denunciando que o TTIP e outros tratados similares, como o CETA, não são só acordos comerciais, senão que favorecem unicamente aos interesses das grandes empresas transnacionais em detrimento dos pequenos e pequenas produtoras, das pessoas consumidoras, dos comerciantes e da cidadania em geral. Para isso, oferecerá diversas atividades, conversas, fórum, sessões de cinema, entre outros, para denunciar as causas geradoras da pobreza e da desigualdade.

    TTIP

     

     

  • CICLO DE DEBATES FEMINISMOS 02: o que é ser feminista hoje?

    CICLO DE DEBATES FEMINISMOS 02: o que é ser feminista hoje?

    CICLO DE DEBATES - O que é ser feminista hoje?

    Dando continuidade ao Ciclo de Debates Feminismos: diálogos difíceis, diálogos possíveis, no próximo dia 6 de outubro, propomos a pergunta: As bruxas hoje: o que é ser feminista atualmente?

    Consideramos fundamental integrar novas reflexões e saberes que têm sido ampliados nos últimos anos dentro do feminismo, com as contribuições da economia feminista, da economia dos cuidados com a reprodução da vida, das ideias e posicionamentos ecofeministas, dentre outras reflexões que queremos aproximar. Acreditamos neste sentido que as contribuições teóricas que trouxe no primeiro debate do Ciclo a feminista Silvia Federici têm sido muito interessantes para entender o processo histórico e político que permitiu a domesticação do corpo das mulheres e a acumulação primitiva do capital na formação do sistema capitalista.

    ***

    O cenário sociopolítico conservador que marcou o ano de 2015 favoreceu a retomada das ruas pelos movimentos feministas que protestavam em uníssono contra a apropriação dos corpos femininos pelo Estado. O grito feminista “meu corpo, minhas regras” não é novidade na trajetória da militância feminista no Brasil. O ineditismo, porém, foi a força e o escopo com que o feminismo eclodiu a nível nacional, revelando novas formas de organização do movimento feminista e abrindo espaço para pautas anteriormente invizibilizadas dentro do próprio movimento.

    Com a mesa “O que é ser feminista hoje?” buscaremos debater e compreender as novas formas de manifestação e organização feminista que chamaram atenção nas ruas ano passado, e que por sua vez diferem-se do feminismo tradicional dos anos 70 e 80. Os “novos feminismos” têm como principal diferença a sua apropriação das ferramentas digitais, o que possibilita uma maior abrangência e compartilhamento das pautas sugeridas, criando espaços virtuais para o debate feminista, e chamando cada vez mais militantes a se descobrirem feministas e a se engajarem no movimento. O meio digital também favorece a contestação da organização hierárquica dos antigos movimentos, facilitando o surgimento de grupos de forma descentralizada e independente. Além disso, enquanto o feminismo tradicional se organizava em torno da unidade de todas as mulheres e muitas vezes apresentava demandas que contemplavam um recorte de mulheres bem específico, os novos feminismos partem da diferença como condição inerente a prática política, apresentando uma multiplicidade de protagonistas e pautas que as englobem. A identidade passa a ser uma das principais preocupações das feministas atuais, sendo esta compreendida como um processo no qual articulam-se gênero, raça, etnia, idade, classe, enriquecendo e ampliando o debate feminista, assim como a luta por direitos no Brasil.

    Debater a transformação do movimento feminista no Brasil é fundamental para pensarmos os novos caminhos e as novas possibilidades do feminismo nacionalmente. Com esta mesa buscaremos compreender, o feminismo realmente mudou ou somente está com roupagem nova?

     

    Mesa: “O que é ser feminista hoje?”
    Local: Rua 13 de Maio 13, 10° Andar. (Local do SINTRASEF)
    Horário: 19hrs

     

    Participantes:

    – Andréa Gill, professora de Relações Internacionais do IRI-PUC-Rio.
    – Roberta Maria de Padua, militante transfeminista e designer – Coletivo de Mulheres PUC – Rio.
    – Adriana Martins, militante feminista da AMB (Articulação de Mulheres Brasileiras)
    – Sandra Benites, mestranda do Museu Nacional-UFRJ e indígena guarani.

    Venham debater com a gente!

  • Seminário Novas e Velhas Ameaças dos Acordos de Livre Comércio e Investimentos

    Seminário Novas e Velhas Ameaças dos Acordos de Livre Comércio e Investimentos

    Seminário 08 e 09 de setembro de 2015 – Rio de Janeiro

     

    Nas últimas décadas, os acordos de comércio e investimento, negociados com falta total de transparência, avançaram em várias regiões do mundo, onde têm sido impostos por diversos governos, apoiados em muitos casos pela ratificação dos parlamentos, e basicamente impulsionados pelos interesses das multinacionais.

    A necessidade de expansão da liberalização comercial e dos investimentos resulta fundamental na hora de entender as novas disputas geopolíticas internacionais e o sentido da globalização. A proteção dos investimentos das empresas transnacionais e a eliminação dos obstáculos ao comércio com a abertura total dos mercados nacionais e regionais, tem se consolidado como a matriz dura do modelo neoliberal que agressivamente busca sua expansão e consolidação.

    De fato, tais tratados vão ficando claramente ligados à arquitetura jurídica da impunidade que se consolida globalmente, através da harmonização das legislações que caminham para redução e até eliminação de leis e normas de proteção dos direitos da cidadania e do meio ambiente.

    Ao mesmo tempo, na última década o Brasil não tem assinado acordos de livre comércio e de proteção de investimentos, ainda que a liberalização de serviços e outros processos que caminham nesse sentido tenham entrado “pela janela”. A integração regional que se apresentou como contraponto e estratégia alternativa para fortalecer a soberania regional e a presença dos países da América do Sul e em particular do Mercosul nos âmbitos globais, floresceu numa primeira etapa, mas se encontra atualmente com uma diminuição considerável do seu ímpeto inicial.

    Ao longo do caminho, a REBRIP e suas organizações membro temos crescido como movimento de enfrentamento ao livre comércio e investimento, e fizemos com que as nossas vozes fossem ouvidas, contribuindo para alcançar vitórias importantes, como a derrota da ALCA e o descarrilamento das negociações na OMC.

    Entretanto, e como parte da ofensiva conservadora e neoliberal que vai permitindo avanços significativos na agenda dos interesses privados e ameaças muito concretas a tradicionais princípios e posicionamentos progressistas do governo brasileiro, acreditamos oportuno analisar as ameaças que tais acordos voltam a cernir sobre nossas estratégias de justiça social e ambiental.

    Assim, se faz necessário refletir sobre a agressiva estratégia de negociação de acordos bilaterais e bi-regionais que marcam a nova conjuntura internacional na área comercial, no marco do declínio das iniciativas de multilateralização do sistema internacional. Ao mesmo tempo, fortalecer e levar adiante as nossas alternativas baseadas nos direitos sociais e ambientais, repensando novas estratégias que possam enfrentar tais ameaças afirmando a perspectiva da integração regional.

    Para refletir e discutir sobre essas questões, o Instituto EQÜIT e a REBRIP organizam o seminário “Novas e Velhas Ameaças dos Acordos de Livre Comércio e Investimento” nos dias 8 e 9 de setembro no Rio de Janeiro.

    Mesa de abertura 
    Rosane Bertotti

    Mesa 1: A nova geopolítica internacional do comércio e dos investimentos – o declínio do multilateralismo
    Prof. Carlos Milani (IESP, Uerj)
    Moderação: Rosane Berttotti (REBRIP)

    Mesa 2: O livre comércio no mundo – ameaça dos acordos de terceira geração (TTIP, TPP/Aliança do Pacífico, TiSA, CETA etc.)
    Tom Kucharz (Ecologistas em ação – Espanha)
    Carlos Bedoya (Latindadd – Peru)
    Moderação: Jocélio Drummond (REBRIP / ISP)

    Mesa 3: Balanço dos nefastos acordos de liberalização comercial (NAFTA, CAFTA, Acordos entre UE e México e Chile, derrocada da ALCA)
    Professor Alberto Arroyo (UAM – México)
    Jorge Coronado (Latindadd – Costa Rica)
    Moderação: Adhemar Mineiro (REBRIP)

    Apresentação de Jorge Coronado sobre o contexto da América Central:

    [gview file="https://newequit2.sevenserver.online/wp-content/uploads/2015/09/Jorge-Coronado.pdf%22]

    Mesa 4: Brasil e as novas iniciativas de liberalização comercial (negociações com a UE, México, Canadá, EFTA, Tunísia etc.) Impactos no Brasil e na integração regional
    Prof. Jorge Marchini (CIGES – Argentina)
    Adhemar Mineiro (REBRIP)
    Moderação: Maria Elena Rodriguez (REBRIP/IBASE)

    Mesa 5: Acordos de investimento (TBIs, Acordo brasileiro de investimentos e CIADI)
    Emb. Carlos Marcio Bicalho Cozendey (MRE)
    Manuel Perez Rocha (EUA)
    Alberto Arroyo (RMAL – México)
    Caio Borges (Conectas)
    Moderação: Iara Pietricovsky (INESC / REBRIP) 

    Mesa 6: BRICS e seus impactos regionais. A presença chinesa na região
    Prof.ª Marta Castilho (Instituto de Economia, UFRJ)
    Sameer Dossani (ActionAid Int. – India)
    Moderação: Pedro Villardi (ABIA / REBRIP)