
Movimentos sociais do Brasil, do Mercosul e da União Europeia se encontram extremamente preocupados com o agravamento da situação ambiental e dos direitos humanos no Brasil.
Em uma carta aberta, mais de 340 organizações da sociedade civil estão exigindo que a União Européia suspenda imediatamente as negociações do acordo de livre comércio com o bloco Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) com base na deterioração dos direitos humanos e condições ambientais no Brasil. A carta vai dirigida aos presidentes das instituições da UE antes da reunião ministerial na próxima semana em Bruxelas, onde os ministros das Relações Exteriores da UE e do Mercosul pretendem finalizar as negociações.
Nesse sentido, o I. Eqüit assina a carta e alerta para os perigos do acordo que trarão um maior empobrecimento para as Américas.
Leia a carta na íntegra aqui











A expansão do trabalho chamado informal vai-se ampliando para mais de 50% do mercado de trabalho, sem direitos nem limites à “autoexploração empreendedora”. E a perspectiva de futuro do trabalho nos impõe crescentemente a lógica da economia digital e da indústria 4.0, que muito rapidamente irão com certeza gerar um enorme desemprego. A expansão de novas formas de acumulação do capital, promovidas pelo sistema financeiro, criam novas maneiras da exploração do trabalho. Sim, as perspectivas não são as melhores. E esse é o principal motivo para nos movermos o quanto antes, e para enxergar qual é o projeto de vida que o hiperneoliberalismo está impondo sobre o cotidiano das populações, desde os territórios aos laços afetivos.
Sabemos que precisamos escapar juntas e juntos!, porque sem o outro, sem a diferença, a vida termina. Esse é o desastre que promove toda monocultura à preservação da vida. Nesse sentido, o I. Eqüit tem promovido uma série de seminários para grupos de mulheres organizadas para discutirmos acerca do futuro que se aproxima veloz e vorazmente.
controle do sistema hegemônico, continuamos trabalhando em dialogo com as mulheres, em especial da região Norte do Brasil, que enfrentam o abuso das corporações e seus interesses, e com as quais buscamos encontrar modos de subverter a lógica dominante e reinventar o valor da vida. Assim, foi realizado o Seminário “Territórios, novas formas de exploração e violências” em Manaus, AM, entre 29 e 31 de março com a participação de mais de 30 mulheres.




