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  • Financeirização e Desenvolvimento no Sul Global: Conferência Internacional

    Financeirização e Desenvolvimento no Sul Global: Conferência Internacional

    o I. Equit e a Red de Género y Comercio, através de suas coordenadoras Graciela Rodriguez e Norma Sanchis participam da Conferência Internacional Financeirização e Desenvolvimento no Sul Global, que acontece entre 26 e 28 de novembro de 2019 em Buenos Aires, Argentina.
    Ambas estão presentes na mesa 12: "Financeirização da vida cotidiana: um estudo de caso na Argentina e no Brasil", q acontece amanhã às 13:30.

    Acompanhe toda a programação do evento

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  • As vozes das mulheres indígenas organizadas no MA

    As vozes das mulheres indígenas organizadas no MA

    A Associação de Mulheres Indígenas do Maranhão – AMIMA -, parceria com o I. Equit, lançamos o vídeo “vozes da AMIMA”, filmado no contexto da Marcha de Mulheres Indígenas, que aconteceu em Brasília em agosto deste ano, quando mais de duas mil mulheres indígenas de 113 povos de todo o território nacional se reuniram em Brasília e marcharam pedindo por demarcação de terras, saúde, educação, além de reafirmarem seu repúdio à política de paralização das demarcações de terras indígenas pelo atual governo Bolsonaro.

    A maior delegação que chegou a Brasília, foi justamente a do Maranhão, que contou com a organização e emprenho das mulheres da AMIMA, e o apoio do I. Equit.

  • Involuntários da Pátria, desertai-vos!

    Involuntários da Pátria, desertai-vos!

    Pertencer à terra, em lugar de ser proprietário dela, é o que define o indígena
    A terra é o corpo dos índios, os índios são parte do corpo da Terra
    Mas a terra é dos povos
    Os índios foram e são os primeiros Involuntários da Pátria
    Os involuntários de uma pátria que não queremos, de um governo que não nos representa
    Mandaram milhares de escravos negros como voluntários. Voluntários involuntários.
    Involuntários da Pátria, desertai-vos!!

    Foi em meio ao ecoar dessas frases que aconteceu hoje à tarde, às margens do Rio Xingu, a abertura do encontro “Amazônia, centro do mundo”. A performance extremamente emotiva, “Involuntários da Pátria”, levada a cabo pela atriz trans Fernanda Silva, que recitou um texto baseado em Eduardo Viveiros de Castro e atualizou a história dos povos indígenas do Brasil, abriu os trabalhos que serão realizados hoje e nos próximos dois dias (17 a 19 de novembro).

    Ontem realizou-se ainda o encontro das mulheres, afim de levar uma pauta comum e somar com questões de gênero para promover esse centro do mundo em que acreditamos.

     

  • Amazônia centro do mundo

    Amazônia centro do mundo

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    Com quase 30 organizações envolvidas, o evento que acontece na Universidade Federal do Pará, em Altamira nos dias 17, 18 e 19 de novembro pretende debater as novas políticas que têm imposto uma acelerada devastação da floresta e seus povos, sobretudo através da invasão selvagem do agronegócio, da mineração e das grandes corporações extrativistas.

    Nesta luta, devemos ser liderados pelos povos da floresta – indígenas, ribeirinhxs e quilombolas que mantêm a Amazônia ainda viva e em pé. Este é um encontro de descolonização. Por isso, não acontece na Europa nem nas capitais do Sudeste do Brasil. Desconfigurar o que é centro e o que é periferia faz-se imperativo para pensar outro futuro. Numa época de emergência climática, um enorme desafio que precisamos encarar, a Amazônia é o centro do mundo.

    Em busca de soluções para barrar o desmatamento e o extermínio da biodiversidade, lideranças nacionais e internacionais, cientistas e pensadores do Brasil de deslocam até a Terra do Meio para “conhecer de forma profunda, com seu corpo no corpo do território, a floresta e os povos da floresta. É instinto de sobrevivência o que as move, mas é também amor. É movimento de vida numa geopolítica que impõe a morte da maioria para o benefício e os lucros da minoria que controla o planeta. É uma pequena grande COP da Floresta criada a partir das bases. Aqui, não há cúpula”, destaca a jornalista Eliane Brum, que participa do evento.

    Participam do evento lideranças históricas, como Raoni, indicado ao Nobel da Paz, Maria Leusa Munduruku, representante de um dos povos indígenas que mais lutam pela integridade da floresta e da bacia do Tapajós, Antonia Melo, do movimento Xingu Vivo, e Antonia Pereira, da Fundação Viver Produzir e Preservar. Também Jackson Dias, do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), religiosos como os bispos Dom Erwin Kräutler e Dom João Muniz e a sacerdotisa de umbanda Mãe Juci D’Óyá. Também artistas do Xingu e de outras regiões do Brasil.

    O encontro conta ainda com a presença de Michael Heckenberger, um dos mais renomados arqueólogos do planeta. Graciela Rodriguez, ecofeminista e fundadora do I. Equit, também participa do evento.

    “No encontro Amazônia Centro do Mundo haverá população da cidade e da floresta. E também os produtores rurais que colocam alimento na mesa da população, aqueles que respeitam os povos tradicionais e atuam preservando a Amazônia, porque sabem que dela depende o seu sustento”, nos conta ainda Brum.

     

    Para ler na íntegra o artigo de Eliane Brum:
    https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/15/opinion/1573820553_621324.html

     

  • Contra o golpe fascista na Bolívia

    Contra o golpe fascista na Bolívia

    As feministas brasileiras apoiamos as potentes irmãs bolivianas!

    imagem: https://jornalistaslivres.org/feministas-bolivianas-denunciam-golpe-de-estado-no-pais/

    Repudiamos energicamente o golpe de estado fascista perpetrado contra o Estado Plurinacional da Bolivia, e os métodos racistas e truculentos da polícia e da oligarquia boliviana, atendendo não só a seus mesquinhos interesses por cima do bem estar do povo boliviano, como também os interesses imperiais, com o apoio dos governos de direita na região. Exigimos o cessar da repressão e o restabelecimento da ordem constitucional e do processo democrático.

    imagem: https://latinta.com.ar/2019/11/bolivia-feministas-indigenas-rechazan-golpe-estado/
  • Encontro com Silvia Federici em Salvador

    Encontro com Silvia Federici em Salvador

    Já está disponível no canal do I. Equit o resumo das falas que aconteceram no último dia 7/10, em Salvador Bahia. A mesa “A caça às bruxas como instrumento da colonização patriarcal e racista na América Latina” contou ainda com a presença da socióloga e ativista Vilma Reis (BA), e da historiadora Carolina Rocha (RJ).

    Boa reflexão!

  • Silvia Federici em São Luis

    Sob o título A caça às bruxas e a acumulação capitalista na modernidade, Silvia Federici ofereceu ontem (10/10) uma aula magma seguida de debates às e aos interessados no tema.

    O Auditório da História/UEMA (Universidade Estadual do Maranhão) ficou lotado, e a fala de Silvia contribui significativamente para alertar às feministas quanto a mais este aspecto da formação patriarcal que tem sido a acumulação de capital através da invisibilização e não valorização dos trabalhos do cuidado realizados pelas mulheres.

  • Atividade com Silvia Federici em São Luís

    Atividade com Silvia Federici em São Luís

    Depois de somar falas e debates enriquecedores ao Seminário Perspectivas feministas contra a geopolítica global, patriarcal e racista, realizado em Salvador (7 a 9/10), e ainda a convite do I. Eqüit, Silvia Federici seguiu para São Luis, Maranhão, para lançar e realizar um debate sobre seu novo livro em português, O ponto zero da revolução (Ed. Elefante)
    Ontem, Silvia também participou de uma aula magma com debates na UEMA.

  • Seminário encerra abrindo muitas portas…

    Seminário encerra abrindo muitas portas…

    Momento de muita reflexão, trocas, aprendizados, e de perceber novos desafios. O Seminário Internacional Perspectivas feministas contra a geopolítica global, patriarcal e racista , encerrou hoje seus três dias de  atividades em Salvador, Bahia. Cerca de 40 feministas, representantes de diversas Organizações do Brasil e América Latina debateram acerca de temas como o extrativismo ampliado (como o extrativismo digital), as tramas econômicas das violências capitalistas e as alternativas possível via as economias populares.

    Um evento significativo para enfrentarmos as mudanças políticas, atuais e velozes.

     

  • Feministas contra o capital em Salvador

    Feministas contra o capital em Salvador

    “Eles combinaram de nos matar. Mas nós combinamos de não morrer”

    Conceição Evaristo

    O encontro de ontem de Silvia Federici com importantes lideranças femininas, em Salvador, foi um sucesso, além de muito emocionante.

    Com falas claramente posicionadas pelas palestrantes, e um auditório na UFBA lotado de pessoas interessadas em debater acerca das novas estratégias de posicionamento e enfrentamento das mulheres frente às mudanças na sociedade capitalista do Brasil e do mundo.

    “Este está sendo o Seminário mais importante de que participei nos últimos tempos”, comentou Silvia Federici ao final do primeiro dia de encontro.
    Os debates seguem hoje e amanhã e terão a próxima parada em São Luis /MA, nos dias 10 e 11 de outubro.

    Para assistir às falas, clique aqui