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  • Non sono cose da donne

    O relatório da Action Aid Itália “Não é coisa de mulher: perspectiva de gênero sobre o G8 2009" constrói um argumento em torno da perspectiva de gênero para o encontro do G8 em julho 2009 na Itália. Diana Aguiar da IGTN Global e Instituto Equit contribuiu com o artigo"Outros marcos, outros modelos: da crise financeira ao financiamento da equidade" sobre o financiamento do desenvolvimento e da equidade de gênero (disponível apenas em italiano).

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  • A integração Sul-Americana: Unasul e Alba – Processos de integração alternativos

    (novembro de 2007) 
    Graciela Rodriguez

    O comércio internacional mudou profundamente na década atual, especialmente depois de fracassada a IV Reunião Ministerial da Organização Mundial do Comércio – OMC, em Cancun – México, em 2003. Essa reunião terminou sem avanços devido fundamentalmente à "revolução dos pobres", tal como foi chamada a atitude dos países que decidiram travar as negociações ao não aprovar a proposta de declaração final.
    Publicado em inglês na Série de Documentos Ocasionais da WIDE (ponto focal da IGTN na Europa) em janeiro de 2008, podendo ser acessado em www.wide-network.org

     

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  • 8 de Março: Novos desafios para as mulheres

    Graciela Rodriguez

    Texto publicado no Jornal dos Economistas do Estado do RJ da pg. 6 da edição de nº 121 de março de 2007 em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

     

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  • Negociacones UE / MERCOSUR: Consolidando antiguas desigualdades

    (Junio de 2006)
    Graciela S. Rodriguez

    Las negociaciones emprendidas en los últimos años entre la Unión Europea y el MERCOSUR se enmarcan en un complejo tablero de negociaciones internacionales, que incluyen escenarios muy diversos y donde el comercio ha cobrado un peso definitorio para el diseño geopolítico mundial. En ese enmarañado de negociaciones y acuerdos, las negociaciones de la Unión Europea con América Latina y en particular con MERCOSUR, concentran aspectos muy importantes para el mejor entendimiento de la relación entre el ámbito negociador multilateral y los avances en los niveles bilaterales. Es justamente en este entramado de intereses que centraremos el análisis.

     

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  • O comércio internacional, suas instituições e sua relação com o desenvolvimento

    (Dezembro de 2004)
    Graciela S. Rodriguez

    Na etapa atual do desenvolvimento da economia mundial, o comércio internacional tem cada dia maior importância, dado sua potencial contribuição ao desenvolvimento. As políticas macroeconômicas implementadas ao nível global nos últimos anos promovem enfaticamente o comércio como fator necessário ao crescimento das economias nacionais. No entanto, este aumento do comércio e o crescimento que gerou não se traduziram automaticamente em desenvolvimento para a maioria dos países pobres, e muitas vezes, ao contrario, conseguiu somente um “crescimento empobrecedor”. A partir de uma perspectiva feminista, nos perguntamos preocupadas quais seriam os principais motivos deste resultado desalentador.
    Para compreender os elementos que produzirão em grande parte esta conseqüência e que estão na base constitutiva das atuais relações econômicas em tempos de globalização, consideramos necessário conhecer o processo histórico de formação do moderno sistema comercial mundial.

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  • As mulheres e o desenvolvimento sustentável e equitativo

    (Março de 2004)
    Esta publicação foi compilada após um seminário internacional chamado “Estratégias das Mulheres para a OMC” que foi realizado em 23 e 24 de junho de 2003 no Rio de Janeiro cuja promoção foi realizada conjuntamente por LAGTN, IGTN e a Rede Brasileira para a Integração dos Povos – Rebrip. 

    Graciela S. Rodriguez

    A década de 90 foi caracterizada pela chamada globalização da economia como processo de integração do mercado mundial apoiado num enorme progresso tecnológico, especialmente na informática, na biotecnologia e nas telecomunicações, que vem provocando fortes mudanças nos sistemas produtivos em nível global

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  • Balance e Indagaciones norteadoras para el pós Cancún

    (Novembro de 2003)
    Graciela S. Rodriguez

    Várias evaluaciones pueden y deben hacerse de lo ocurrido en Cancún, en la V Reunión Ministerial de la OMC en septiembre de 2003.
    El fracaso de las negociaciones provocó diversas reacciones, entre ellas el festejo alborozado de las entidades ligadas a los movimientos sociales que rotularon el proceso como la "victoria de Cancún".
    Lo sucedido allí ciertamente es un momento importante del proceso político internacional de globalización. En este sentido, es de fundamental importancia que sean realizadas evaluaciones precisas y profundas en torno a lo ocurrido en Cancún visto que serán esenciales para definir las estratégias futuras de acción frente a la agenda global.

     

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  • Investimentos: Novo tema na agenda da OMC ou o imperador está nu?

    Graciela S. Rodriguez
    Artigo para o “Bocas No Mundo”

    O mundo globalizado tem vivido mudanças tão profundas, extensas e velozes na última década que ainda encontramos dificuldade em acompanhá-las. Com certeza, uma das mais impactantes que vêm sendo construída, e ao mesmo tempo parece distante do nosso cotidiano, se refere ao crescimento do papel do comércio internacional com seu corolário, a criação da OMC – Organização Mundial do Comércio. Nestes últimos anos o "livre" comércio tem se tornado o ponto central do receituário liberal para os países em desenvolvimento, se transformando em questão ineludível e linha mestra prioritária quase inquestionável das políticas nacionais. Também temos visto como a OMC torna-se cada dia mais poderosa, e simultaneamente observamos o declínio e até o menosprezo recente às Nações Unidas, num processo que parece até acintoso.

     

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  • OMC – A arquitetura do fundamentalismo de Mercado

    Graciela S. Rodriguez

    O "fim da História", idéia proclamada por Fukujama na década de 90 e jogada ao vento como a mais nova teoria para explicar os tempos modernos, talvez possa ser atualmente analisada como a expressão mais acabada da essência do fundamentalismo.
    Faz algum tempo, com a queda do Muro de Berlim, caiam todos os fantasmas da "luta de classes" que tinham agitado o mundo por tantos anos e que permitiram manter o equilíbrio de poderes na chamada "Guerra Fria".

     

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  • Os Direitos Humanos das mulheres

    Graciela S. Rodriguez

    É difícil falar em direitos humanos num mundo de brutais desigualdades, de crescente concentração de renda. Onde ficam os direitos humanos nesta "modernidade" em que 1/4 da população mundial consome e controla 4/5 dos recursos e um cidadão norte-americano consome em média 140 vezes mais que um habitante do Bangladesh e 280 vezes mais que um haitiano?

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