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  • A privatização da água na cidade de Manaus e os impactos sobre as mulheres

    A privatização da água na cidade de Manaus e os impactos sobre as mulheres

    Instituto Eqüit – Gênero, Economia e Cidadania Global

    Um dos elementos estratégicos centrais da atual divisão internacional do trabalho no mundo globalizado é, sem dúvida, o aproveitamento em larga escala dos bens ou recursos naturais com fins lucrativos. O modelo exportador de bens provenientes da agricultura e da natureza (produtos florestais, pesca, minerais, etc.), apoiado na exploração “flexibilizada” da mão-de-obra barata, são os dois pés fundamentais de sustentação dos investimentos estrangeiros na América Latina e em vastas regiões do mundo. A dinâmica de mercantilização de todos os bens naturais e da própria vida está alcançando níveis até agora impensáveis e muitas vezes dramáticos.
    A facilidade de acesso ou disponibilidade, e a freqüentemente escassa regulamentação nacional nos países menos desenvolvidos, para o aproveitamento destas “vantagens comparativas” (tanto recursos naturais, quanto força de trabalho barata) permitem que as mesmas se tornem fortes atrativos para os investidores, em particular para as poderosas empresas transnacionais.

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  • Negociaciones en la Organización Mundial de Comercio y sus impactos en las Américas – Org. Graciela Rodriguez

    Negociaciones en la Organización Mundial de Comercio y sus impactos en las Américas – Org. Graciela Rodriguez

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  • Negociações na Organização Mundial do Comércio e seus impactos nas Américas

    Negociações na Organização Mundial do Comércio e seus impactos nas Américas

    organização Graciela Rodriguez

    Desde a criação da OMC, em 1995, seu poderio crescente surge do papel cada vez mais importante do comércio internacional. O aumento do escopo da OMC, que inclui não só a negociação de regras para o comércio de bens e serviços, como também da propriedade intelectual, numa cada vez mais ampla gama de atividades e setores econômicos, a torna cada dia mais e mais poderosa. As regras negociadas e assinadas pelos países que integram a OMC acabam formando uma "constituição supra-nacional" que deve ser cumprida, devido ao poder de sanção da organização e ainda que, nem sempre essas regras sejam negociadas de forma transparente e democrática. Neste sentido a IGTN se constitui como um recurso técnico e político na área das negociações do comércio internacional para identificar os impactos destas sobre as mulheres, ao mesmo tempo, para contribuir à modificação das decisões comerciais desde o ponto de vista da melhoria da situação das mulheres e também para a diminuição das desigualdades de gênero. Esta publicação pretende contribuir, a partir do movimento de mulheres, na definição de estratégias para enfrentar as negociações em curso na OMC e criar alternativas que possam favorecer a equidade de gênero e o desenvolvimento sustentável dos países.

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  • As Mulheres de Altamira na Defesa da Água como Direito Humano Fundamental

    As Mulheres de Altamira na Defesa da Água como Direito Humano Fundamental

    Este trabalho é resultado da pesquisa Impactos da privatização da água nos direitos das mulheres. Proposta por iniciativa do Comitê de Mulheres da Aliança Social Continental e patrocinada pela Fundação Böll, esta pesquisa foi desenvolvida na Bolívia e no Brasil por meio de estudos de caso, com o objetivo de analisar, de forma comparativa, os efeitos da privatização de serviços relacionados à água sobre os direitos das mulheres. No caso brasileiro a que este trabalho se circunscreve, ela foi realizada, contando com o apoio do GT Gênero da REBRIP e o Ponto Focal Brasil da IGTN – Rede Internacional de Gênero e Comércio. Foi selecionado um caso para estudo na região amazônica, que envolvia a construção de um complexo de grandes barragens no rio Xingu. Durante anos o movimento das mulheres de Altamira, no Estado do Pará, manteve-se mobilizado para acompanhar o desenrolar das decisões e das ações do Estado relativas a esse grande projeto, posicionando-se contra a sua execução. Embora não se trate, stricto sensu, de analisar os impactos de um empreendimento em funcionamento, pois ele até o presente não se efetivou, foi a possibilidade de supressão de seus direitos que levou as mulheres do campo e da cidade, e até mesmo as mulheres indígenas, a se mobilizarem, por mais de uma década, para impedir sua realização.

     

  • Estratégias das Mulheres para a OMC

    Estratégias das Mulheres para a OMC

    org Graciela Rodriguez

    A partir da necessidade de estabelecer um posicionamento desde a perspectiva das mulheres e da eqüidade de gênero frente aos acordos comerciais em negociação na OMC, enfrentamos o desafio de realizar um seminário internacional com mulheres dos diversos continentes da Rede Internacional de Gênero e Comércio para, em conjunto, debater e definir uma estratégia comum para influenciar os governos na Reunião Ministerial realizada em Cancun, no México, em setembro de 2003. O seminário "Estratégias das mulheres frente a OMC" foi realizado nos dias 23 e 24 de junho, na cidade do Rio de Janeiro (Brasil). Contou com a participação de mais de 60 mulheres do Brasil e do continente americano, com representantes de importantes entidades de mulheres e com feministas de todos os continentes e regiões onde se encontra organizada a IGTN (África, Pacífico, Ásia, Europa, Caribe, América do Norte e América Latina).
    A presente publicação oferece o resultado dos debates empreendidos em cada um dos painéis realizados, trazendo a riqueza das exposições apresentadas por todos/as os/as palestrantes.

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  • Edição número 8 – Julho 2012

    Edição número 8 – Julho 2012

    A Cúpula dos Povos acabou: a luta anticapitalista global continua

    “Movimentos sociais e populares, sindicatos, povos, organizações da sociedade civil e ambientalistas de todo o mundo presentes na Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental vivenciaram nos acampamentos, nas mobilizações massivas, nos debates, a construção das convergências e alternativas. conscientes de que somos sujeitos de uma outra relação entre humanos e humanas e entre a humanidade e a natureza, assumindo o desafio urgente de frear a nova fase de recomposição do capitalismo e de construir, através de nossas lutas, novos paradigmas de sociedade. ” Assim começa a Declaração final da Cúpula dos Povos, fruto do trabalho político de convergência da sociedade civil organizada, em que a AMB, juntamente a outras redes nacionais e internacionais, esteve envolvida nos últimos dois anos. E foi com a leitura dessa declaração, durante a Assembleia dos Povos, que finalizaram-se as atividades da sociedade civil na Rio+20.

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    Espanhol:

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    English:

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  • Edição número 7 – Junho 2012

    Edição número 7 – Junho 2012

    A Rio+20 e o fracasso das negociações

    Às vésperas da Rio+20, o Secretário Geral da Conferência, Sha Zu Kang, declarava que esta seria a conferência da implementação e da ação; nada mais longe do que de fato aconteceu. O documento final aprovado pelos presidentes que foram inicialmente fortemente criticados pelo Secretario Geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, passou logo a ser alardeado como sucesso pelos governos e em particular o brasileiro, que não admitiram o rotundo
    fracasso das negociações.

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    Espanhol:

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    English:

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  • Edição número 6 – Abril 2012

    Edição número 6 – Abril 2012

    Documento Guia para a participação das Mulheres na Rio+20

    A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será real izada de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. As sessões plenárias e demais negociações oficiais da Conferência acontecerão no Riocentro, na Barra da Ti juca. O evento celebrará os 20 anos da ECO92, a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, considerada até hoje a mais importante conferência ambiental mundial por ter incorporado os desafios ambientais e cl imáticos na agenda pol ítica global e ter consagrado o concei to de “desenvolvimento sustentável”.

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    English:

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  • Edição número 5 – Fevereiro – Março 2012

    Edição número 5 – Fevereiro – Março 2012

    “O Rascunho Zero”: a lógica mercantilista acima da sustentabilidade e dos direitos humanos

    No dia 10 de janeiro de 2012 foi lançada a primeira edição do Rascunho Zero U documento base para as negociações da conferência oficial da Rio+20 de junho de 2012 U com o título “O futuro que queremos”. Fruto das contribuições dos vários países, organizações internacionais e de grupos da sociedade civil, o documento contava com 19 páginas e 5 seções: Preâmbulo; Renovação do Compromisso Político; Economia Verde no contexto do Desenvolvimento Sustentável e da Erradição da Pobreza; Estrutura Institucional para o Desenvolvimento Sustentável; e Estrutura de Ação e Acompanhamento.

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    Espanhol:

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  • Edição número 4 – Dezembro 2011/Janeiro 2012

    Edição número 4 – Dezembro 2011/Janeiro 2012

    O Clima, a COP 17 e as falsas soluções

    A 17ª Conferência das Partes (COP) sobre mudança climática que ocorreu em Durban em dezembro de 2011 falhou novamente emalcançar acordos vinculativos que constituamsoluções reais à ameaça das mudanças climáticas. Os países conseguiram fechar formalmente uma série de acordos sobre questões chave, embora de uma forma muito pouco democrática, com pouco conteúdo real, como foi observado por representantes da sociedade civil presentes, e comos compromissos para reduzir as emissões ainda mais enfraquecidos.

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    Espanhol:

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